Pessoas impacientes e grossas: o que fazer com elas?
Sou o tipo de pessoa que não su-por-ta gente impaciente, mal-educada e grossa. Se está de mau humor, ficasse em casa, ué! Não sou obrigada a agüentar as crises de chatice e sessão de grosseria de ninguém, meu bem.
É por isso que nesses momentos, sigo os conselhos de uma amiga e faço cara de cebola! Se a pessoa é grossa, não me rebaixo ao nível dela porque não vale a pena. Porque cada um dá aquilo que tem, né gente?
Tem gente que é tão grossa que causa aquela sensação de vergonha alheia, sabe? Aí eu fico pensando na mãe da criatura, que passou nove meses carregando o ser humano, tendo enjôos e todas as coisas descritas no texto abaixo por Dorothy, para que, quando adulto, ela se tornasse isso!
Não que as pessoas grossas e impacientes não tenham nada de bom, não é isso? Mas também não demonstram nada além desse lado ruim, então como vou descobrir?
Gente mal-educada, então, me causa náuseas! Custa dizer as palavrinhas mágicas: obrigada, por favor, com licença...? Acho que não, né?
Custa esperar outro trem e não empurrar as pessoas que estão na frente? Custa abaixar o volume da música do seu celular em locais públicos, porque ninguém é obrigado a gostar de funk, rap ou sertanejo?
Eu ainda tenho esperança de que as pessoas serão melhores no futuro. E se assim não acontecer, será difícil viver neste mundo, viu?
Laura Elis é uma moça educada e espera que as pessoas sejam também! Escreve aqui às quintas.
Ahhhhh, a maternidade!
Amigas, mesmo correndo o risco de receber uma saraivada de críticas vou admitir! A maternidade não é tão incrível assim!
Vai dizer que sou a única que pensa assim? Claro que não, é que nem todas admitem!!
Você engorda, a barriga vai esticando – ao mesmo tempo em que a roupa deixa de servir – os pés incham, a pele coça. Falta posição prá dormir – porque o barrigão ocupa espaço. Muitas mulheres, mães, passam pela depressão durante a gravidez por causa das mudanças hormonais e físicas, além das dúvidas e dilemas que ronda a maternidade nos dias de hoje.
Sinceramente, tenho agonia quando vejo um barrigão de grávida. Me dá arrepios, parece que vai explodir. E quando nasce um bebê? todo mundo diz que é lindo! Pura mentira! Todos os bebês têm cara de joelho – e não se parecem com ninguém, muito menos com os avós. Está certo que são lindos mesmo assim!
Mas, há alguns dias, vi uma imagem que me chocou! Uma amiga me encaminhou uma foto de uma amiga dela, mãe de gêmeos. Enquanto a mãe estava sentada numa praia, as duas crianças, de uns dois anos, em pé mamavam na mãe. Aiii! Que agonia!
E ainda tem as mães que acham que nós, mulheres sem filhos, temos que ser obrigadas a participar de situações íntimas infantis, como, por exemplo, peitos para fora – durante a amamentação em lugares públicos, inclusive no transporte – sem paninhos, fraldas ou qualquer outra coisa cobrindo; trocas de fétidas fraldas em espaços compartilhados... situações impostas aos com ou sem filhos do local.
Adoro crianças, tenho sobrinhos incríveis, quero ser mãe um dia... mas, vá lá!! Não dá prá dizer que tudo é lindo, maravilhoso. Será que ser mãe é realmente padecer no paraíso??? Mas, que paraíso?
Dorothy escreve às terças-feiras.
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