De bode!
Olá, queridas! Já que a Dorothy furou conosco na última terça-feira, vamos ao texto desta quinta-feira. Não que eu esteja inspirada para escrever algo (e eu não tô mesmo), mas vamos tentar, né?
Tô de bode, gente! Minha última semana não foi das mais fáceis, mas vamos levando. O problema são sempre ELES, confusos e nos fazendo sofrer. Como disse no último texto, a gente quer ser sincero, se entregar ao amor, mas no final das contas, acaba se machucando.
São raras as histórias que acabam bem, com o casal “feliz para sempre”. Quando eu era adolescente, achava que era mais fácil manter um relacionamento e sonhar com o casamento. Hoje vejo que é tudo mais difícil!
Tenho uma amiga que me disse: “Por que eu não nasci na Índia? Seria prometida desde a infância, o que me evitaria o estresse de procurar um marido, afinal os pais sempre sabem o que é bom pra gente”.
Eu não concordo com ela, não, mas até acho que antigamente as pessoas tinham mais chances de encontrar um bom marido, alguém que quisesse algo sério. Hoje em dia, esta espécie está em extinção ou será que estamos procurando nos lugares errados? Alguém me dá uma luz?
Já um outro amigo me disse: “Namorado a gente não procura, acontece”. Isso é bem verdade! Parece que procurar afasta a ala masculina de nós.
Mas eu quero algo sério! Por favor, homens de plantão: mandem seus currículos resumidos, vou abrir processo seletivo, já! rsrsrs
Laura Elis, 27 anos, é jornalista e escreve aqui às quintas-feiras.
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